Todos nós (humanos, eu espero) somos levados a acreditar indubitavelmente naquilo que vemos, afirmando, com toda a segurança do mundo, que aquilo é como está ali, superficial e aparentemente verdade. Não bastasse isso, somos críticos às distorções deste sentido, nunca estamos errados logo tudo o que vemos é verdade e ponto. Contudo, acredito que o não visto é sempre válido de nossa atenção e é algo que devemos pesar na hora de julgar as coisas como verdades absolutas ou não.
Por outro lado, existem pessoas que acreditam em uma grande distinção
genética entre os individuos de raças diferentes baseando-se nas distinções em cor de pele e tipo de cabelo. Além disso, acreditam que essas distinções são responsáveis por todo o tipo de comportamento entre raças distintas. Porém, é tão simples saber que isto não existe, e sim uma unidade da espécie humana, uma vez que a reprodução entre estes individuos é totalmente possível e bem frequente em nosso país.Então, tente enxergar o que está além dos seus olhos, deixe de preconceitos e fica a dica de Jééésus, de Corpérnico e Galileu.
Mas faça o que faço, não faça o que escrevo.
Post baseado no livro: "Raça, conceito e preconceito" por Eliane Azevêdo.
